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Falso entregador de aplicativo suspeito de matar rapaz a tiros se entrega e é preso

Acxel Gabriel de Holanda Peres, de 23 anos, se entregou nesta sexta-feira (29) à Polícia Civil e, em seguida, foi preso pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Ele é suspeito de ter matado a tiros o estudante Renan Silva Loureiro, 20, durante um assalto, na segunda-feira (25), na rua Freire Farto, no Jabaquara (SP). As informações são do G1.

Uma câmera de segurança registrou o momento em que Renan e sua namorada caminhavam pela rua. Nesse momento, eles foram abordados pelo falso entregador de aplicativo, que anunciou o assalto.

Eles tentaram correr, mas o bandido atirou para o alto no intuito de assustá-los. Então, Renan se ajoelhou e disse: “Eu não tenho nada”. O criminoso foi na direção da garota que estava com celular na mão e, nesse instante, o estudante se levantou e foi para cima do ladrão.

O assaltante atirou quatro vezes na direção de Renan e um dos disparos atingiu a sua cabeça. Ele morreu no local.

Antes de fugir, o criminoso pegou o celular da garota. Ela não se feriu.

Na sequência, ele embarcou na moto e subiu a rua. Foi então que ele deu de frente com uma viatura da Polícia Militar e retornou.
Desesperada, a garota gritou por socorro. Moradores saíram de suas casas e foram prestar auxílio às vítimas.

Identificação do suspeito

Policiais analisaram as imagens da câmera de segurança e conseguiram identificar a placa da moto usada no crime. Com essa informação, eles obtiveram o endereço de Acxel. Quando chegaram à residência do suspeito, os agentes encontraram uma jaqueta, uma mochila com o logo do iFood e um revólver, que passará por perícia para saber se foi a arma utilizada no assassinato.

Divulgação/Polícia Civil

A namorada de Renan relatou em depoimento à polícia que reconheceu parcialmente Acxel como o assaltante. Conforme as investigações, a jovem contou que os olhos do suspeito são os mesmos do atirador. Ela também ressaltou que o revólver apreendido teria sido o mesmo usado pelo criminoso.

A advogada Maria Ligia Jannuzzi, que representa Acxel, afirmou que “desde ontem (quinta-feira, 28) que eu falei com ele e ele disse que ia se apresentar”. Ela declarou que o suspeito “está com medo”.

Caso seja condenado, Acxel pode responder pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte).

Familiares pedem por Justiça

O G1 conversou com a mãe de Renan, Clarice Silva, de 42 anos, e ela afirmou que a família, agora, luta por Justiça, para que o autor do crime seja preso, julgado e condenado. “Quero que ele viva para cumprir a pena dele. Meu filho e outras vítimas não podem ser mais estatística.”

Reprodução/Arquivo pessoal

As tias Camila e Carolina Garcia da Silva relataram que o rapaz estava feliz por cursar administração de empresas pela Universidade Paulista (UNIP) e trabalhar em uma das unidades da Starbucks.

Três dias antes de ser assassinado, na sexta-feira (22), Renan havia sido padrinho de casamento da tia Carolina com o marido, Alessandro Rocha.

Renan Silva Loureiro (à esquerda), a tia Carolina Garcia da Silva, o noivo, Alessandro Rocha (de cinza) e Clarice Silva (de verde)
(Crédito: Arquivo pessoal)

Caso repercute no meio político

A morte de Renan fez com que políticos, policiais e empresas de entregas por aplicativo abrissem um debate a respeito de implementações para coibir as ações de bandidos.

O número de assaltos praticados por falsos entregadores de aplicativo tem crescido na cidade de São Paulo. Os bandidos, geralmente armados, colecionam cada vez mais vítimas. A disparada dos casos fez com que, em março, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) procurasse a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) para tratar do assunto.

Mãe afirma que filho defendeu a namorada

Clarice relatou que, para ela, quando alguém sai armado de casa é por que está disposto a tudo.

“Vi várias vezes os vídeos porque queria entender o que aconteceu. Fico triste quando as pessoas querem colocar a culpa na vítima que reagiu. Quero reforçar que ninguém deve reagir. O bandido apontou a arma para a namorada de Renan, ele foi defendê-la e acabou baleado.”

No local do crime, o corpo foi reconhecido pelo padrasto.

Renan Silva Loureiro foi enterrado em um cemitério na Lapa e cerca de 250 pessoas acompanharam o cortejo.

Arquivo pessoal

Da IstoÉ

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