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Enfermeira mostra o antes e o depois de sete meses de trabalho contra a Covid-19

Enfermeira antes e depois de meses trabalhando contra a Covid-19
Enfermeira antes e depois de meses trabalhando contra a Covid-19 Foto: Reprodução/Twitter

Uma enfermeira, de 27 anos, viralizou nesta semana após postar no Twitter duas fotos (acima), em momentos bem distintos. À esquerda, em abril, Kathryn tinha acabado de concluir a residência em Enfermagem. À direita, uma imagem feita no último fim de semana ilustra a fisionomia da americana após um turno de 12 horas e meia tratando pacientes com Covid-19 em um hospital no Tennessee, aparentando esgotamento e ainda com as marcas no rosto do equipamento de proteção anticoronavírus.

As fotos do antes e depois do trabalho na pandemia tiveram 925 mil curtidas, com muita gente parabenizando o esforço e prestando solidariedade a Kathryn.

A Covid-19 já infectou mais de 338 mil pessoas só no Tennessee, com 4.254 mortes. Nos EUA, já são 12,5 milhões de casos, com 258 mil mortes. Estima-se que o país chegue a 300 mil mortes até o fim do ano.

Enfermeira Kathryn após turno em hospital nos EUA
Enfermeira Kathryn após turno em hospital nos EUA Foto: Reprodução/Twitter

“Geralmente, a maioria das marcas desaparece em algumas horas, mas a que está no meu nariz desaparece bem a tempo para o início do meu próximo turno”, disse Kathryn ao “Metro”.

De acordo com a americana, o hospital em que trabalha já experimentou um aumento de casos de Covid-19 em julho e agora está no meio de outro.

Kathryn afirmou esperar que as coisas piorem ainda mais quando as pessoas se encontrarem no Natal e no Dia de Ação de Graças, e está resignada em ver o maior aumento de casos até então.

“Eu me resignei com o fato de que as coisas vão piorar em algumas semanas, mas eu só quero que isso aconteça logo, para que possamos acabar com isso”, declarou a enfermeira.

A enfermeira trabalha em três turnos de 12 horas e meia ao longo de três noites, depois tem os três seguintes de folga. Ela pinta e sai com o namorado nas horas vagas, mas tem sido extremamente cautelosa para tentar minimizar o risco para ele.

“Estamos lidando com muita desinformação e muitas teorias da conspiração que afetam diretamente o que fazemos todos os dias”, disse Kathryn, lamentando que a “doença tenha sido politizada”.

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