Quinta-Feira
25/04/2019
Erramos: TJ acata liminar e prefeita de Farol corre o risco de ser cassada com volta de Comissão Processante
publicado em: 18/03/2019 - 14:34h - alterado em: 18/03/2019 - 14:44h

Câmara de Vereadores analisará irregularidades cometidas e denunciadas por servidora farolense. A própria servidora municipal denunciou os fatos. Prefeita alega inocência


Contrariando entendimento da Defesa da prefeita Ângela Kraus e da Justiça em Primeira Instância (Campo Mourão), o Tribunal de Justiça do Paraná entendeu que basta a maioria simples dos votos para abertura de Comissão Processante e, com isso, derrubou liminar que suspendera Comissão Processante (CP) da Câmara de Farol, aprovada em 2017, que pode resultar na cassação da prefeita Ângela Kraus. A cassação, o entanto, só é possível com os votos de dois terços dos vereadores. 


Entenda

Servidora municipal de Farol denunciou na Câmara de Vereadores que cometera atos ilícitos atendendo solicitação da prefeita farolense. 


A Defesa

A prefeita Ângela Kraus nega as irregularidades e diz que a Comissão Processante foi criada por "motivação política". Segundo ela, a denunciante só apresentou provas que incriminam a própria servidora e o Ministério Público de Defesa do Patrimônio não acatou nenhuma das denúncias da servidora que estão contidas na CP. O GAECO também investiga há vários meses e não encontrou nenhuma irregularidade.


CRN1 errou

Ao contrário do que publicamos anteriormente, o fato não se refere ao processo em que a prefeita é acusada de perseguir a servidora municipal que denunciou os atos ilícitos. 

Fonte: Da Redação
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