Sexta-Feira
14/12/2018
JEP´s: Equipes mourãoenses levantam a torcida com vitórias no handebol feminino e masculino
publicado em: 08/08/2018 - 17:27h

Com direito a batucada e grito de guerra, a torcida veio em peso presenciar os garotos e garotas do Colégio Estadual Antônio Teodoro de Oliveira, o ATO, no segundo dia de disputas na fase final dos 65º JEPS. O colégio representa a cidade anfitriã e o público pôde comemorar a vitória dos dois times. No feminino (foto), jogo de estreia, vitória contra o Colégio Positivo de Jaguariaíva, por 16 a 08. Já os meninos disputavam a segunda partida da fase de grupos e encontraram um adversário forte que brigou até os últimos segundos. De Santa Isabel do Oeste, o Colégio Estadual Guilherme de Almeida deu trabalho e veio com tudo no segundo tempo, mas não conseguiu reverter o resultado, que acabou em 25x21 para os meninos do ATO.


“A fase final dentro da casa de Campo Mourão para mim é um presente. Nunca tinha vivenciado a fase final de uma competição tão importante em casa, é uma experiência nova e muito boa, tanto para mim quanto para os meninos”, declarou a professora responsável pelas duas equipes, Diva Pinguelli. Segundo ela, o apoio da torcida traz mais confiança para os alunos, principalmente porque veio muita gente, entre amigos, pais e professores e isso incentiva eles a mostrarem o que sabem fazer em quadra, e dá mais estabilidade emocional. Pinguelli ressaltou que a equipe do masculino é muito jovem, sendo que ano passado eles foram campeões escolares paranaenses e brasileiros. “Embora eles sejam novos, eles têm um ritmo de jogo muito bom. A mudança de categoria pesa principalmente na parte física, porque meninos de 15 para 17 anos dá uma mudança física grande”. 


Lucas Eduardo Esquetini, goleiro do ATO, disse que “a expectativa para o campeonato é muito grande, a gente está dentro de casa e quer mostrar um jogo bom, uma qualidade boa para quem vem da cidade assistir”. A primeira vitória também foi muito comemorada pelas meninas: “é uma felicidade porque depois de todo esforço que a gente teve nos treinos, treinar todos os dias, com chuva ou sol. Essa vitória já é um orgulho para o nosso time, mas n ossa expectativa é chegar à final e ser campeãs”, comentou a goleira do time feminino, Jhesiele Gonçalves Domingos.


A última barreira – a competição vista pelos goleiros:

“É uma pressão maior estar no gol porque é só você ali, tendo que fazer o seu melhor”, disse Jhesiele. Mas segundo ela, existe uma interação no time onde as meninas ajudam ela a perceber o que ela pode melhorar e como, além de dar apoio quando ela erra. 


Hoje o CE Hermínia Lupion, de Ribeirão do Pinhal, e o Colégio Marista Pio XII, de Ponta Grossa se enfrentaram. Os Ponta-Grossenses conseguiram furar o bloqueio dos pinhalenses e venceram por 26 a 17, apesar das boas defesas do goleiro Matheus Lemes de Paula. Para Matheus, ser goleiro é difícil e o time tem que ajudar o máximo possível o goleiro, criando juntos uma defesa compacta. “A função do goleiro em si é animar o time, tem que estar ali conversando com a defesa, ajudando o máximo possível e quando você defende você levanta o time, dando ânimo”


“Defesa é uma unidade e jogadores de linha e o goleiro, estão nessa unidade”, ressaltou Vinícius Busnardo, goleiro do Pio XII. Segundo ele é preciso trabalhar junto, por exemplo, se a linha deixar o adversário furar o bloqueio, sabe que o goleiro vai dar seu máximo para tentar defender, e da mesma forma, se a linha puxar o contra ataque, o goleiro vai tentar lançar a bola de forma que favoreça o lance para o gol. Vinícius resume o porque de ter escolhido ser goleiro: “eu gosto da pressão”. 


“Muitas vezes botam a culpa na goleira, mas meu técnico sempre diz que a goleira é 75% da equipe”, contou Marina Moreira, goleira do time feminino do CE Marista Pio XII, que venceu o Colégio Nestor Victor dos Santos, de São Miguel do Iguaçu por 14 a 09. Marina contou que o time perdeu o jogo anterior, mas que ela considerou como uma vitória devido ao entrosamento da defesa. “Eu preciso delas, mas eu tenho certeza que elas também precisam de mim. Às vezes, a goleira e o time não se conectam, sou eu e a área e as meninas e a quadra, mas aprendi a jogar com essa dificuldade”. Marina contou que nesse ano teve uma competição em que ela viajou e não pode participar. O time jogou com uma outra goleira, que não treina com elas. Ela recebeu a seguinte mensagem de uma das meninas do time “A gente acha que se vira bem sem você mas é mentira, a gente precisa muito de você, você é uma grande parte do nosso time e sem você a gente não é quase nada”. 


Confira todos os resultados do segundo dia de disputas do Handebol na fase final dos 65º JEPS:

- FEMININO

Grupo A: C Positivo Jaguariaíva (Jaguariaíva) 08x16 CE Antonio T Oliveira (Campo Mourão)

Grupo B: CE Moyses Lupion (Antonina) 02x25 C Santa Maria (Cascavel)

Grupo C: C Marista Pio XII (Ponta Grossa) 14x09 C Nestor Victor dos Santos (São Miguel do Iguaçu)

Grupo D: CE Adelia Rossi Arnaldi (Paranavaí) 19x24 CE P.ª Regina Tokano (Uraí)

Grupo E: C São Jose (Apucarana) 08x33 CE Duque de Caxias (Saudades do Iguaçu)

Grupo F: CE Elenir Linke (Cantagalo) 01x46 C Imperatriz D Leopoldina (Guarapuava)


- MASCULINO

Grupo A: CE Jose A De Almeida (Mariluz) 17x29 CE Sen Moraes De Barros (Jussara)

CE Antonio T Oliveira (Campo Mourão) 25x21 CE Guilherme de Almeida (Santa Isabel do Oeste)

Grupo B: CE Herminia Lupion (Ribeirão do Pinhão) 17x26 C Marista Pio XII (Ponta Grossa)

Grupo C: C Objetivo Maringá (Maringá) 30x04 CE Moysés Lupion (Antonina)

CE Emilio De Menezes (Arapongas) 26x20 CE Duque de Caxias (Saudade do Iguaçu)

Grupo D: C Monteiro Lobato (Iporã) 17x25 CE Marcelino Champagnat (Londrina)

Grupo E: CE Santa Clara (Candói) 24x16 CE Ivan F Do Amaral (Campina Grande do Sul)

Fonte: Da Assessoria
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